sábado, 10 de setembro de 2011

Hora do "adeus"

Já dizem que despedir-se de um amor é despedir-se de si mesmo e, de fato é mais ou menos assim: deixamos de lado hábitos, rotina, pensamentos, vontades comuns para voltar a ser e ter vontades próprias, digo isso no meu caso, pois acabo vivendo no plural e não no singular, acabo vivendo a relação de forma intensa e, nem sempre existe reciprocidade, alias nunca existiu, por isso continuo colecionando decepções.
Mais uma vez alguém sai da minha vida: me acrescentou alguns valores e algumas coisas que vou carregar mas, também soube ser cruel, soube me expor mais que o devido e, me magoou muito: mesmo falando que era por proteção, tem coisas que poderiam ter sido evitadas mas, não foram e minha imagem foi um pouco manchada e, poderia ter sido evitado mas, agora nem vou entrar nesse mérito.
Vivo cada processo da minha vida de forma intensa, sim! Vivo a despedida de alguém com tristeza, porque por mais que seja necessário essa situação, é doloroso tirar alguém da minha vida, logo eu que prezo tanto ter as pessoas ao meu redor, que me preocupo, me dedico mas, a vida é assim, feita de despedidas, feita de recomeços, feita de "adeus" e "oi".
Agora vivo o "adeus" a você, que por mais que tenhamos terminado de forma estúpida e sem respeito mútuo, sofro.... Sofro porque não gosto de excluir pessoas da minha vida, sofro porque vem um "filme" na mente de tudo que passou e vem muita coisa boa que foi vivida mas, agora ficou no passado: já fiz limpeza no facebook, já limpei as mensagens no celular, já rasguei bilhetes e cartas que não serão mais enviadas, fotos que imprimi e vão ficar no meu álbum mesmo e, os projetos: esses eu joguei fora junto com muita coisa que estava idealizando.
O "adeus" é complicado, é doloroso, é triste mas, necessário.

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